Entre meus rins…

As coisas continuam… e continuam sempre.

Sábado de compras…

14 de outubro de 2006

Sábado de manhã…compras frustradas com a minha irmã e uma amiga dela. Engraçado, apesar de nada ter dado certo nós nos divertimos muito, as mulheres têm um certo dom para o sarcasmo e para o bom-humor venenoso… Alvo favorito? Os homens, claro!

Estou P*ta!!!!! Meus arquivos para o trabalho de Cultura teológica não abriram…e agora vou pesquisar tudo de novo.

Ganhei meu presente…a quarta foi ótima, estar ao lado dos meus amigos me dá uma sensação de estar em casa maravilhosa…balada, dança, cerveja, sorrisos, poucos cigarros( meus amigos odeiam meu cigarro!), a cara da minha irmã, tão perto, tão parte de mim de novo, eu tão eu de novo!!!

Não postei nada…essa semana eu dei de presente para mim mesma, minha tarefa? Vagabundear…adoro essa palavra. Ela me liberta das correntes que prendem meus joelhos, sou uma vagabunda feliz!

Segunda tá chegando…sinto um pouco de medo…hoje encontrei a metade de meus problemas….fui mais rápida que rabo de foguete, até mal-educada, mas eu preciso tomar distância…ele me faz mal.

Ontem fomos na casa nova da minha irmã, multirão da faxina!!! foi muito divertido, tão bom ter ela por perto, com aquele jeito mandão! Almoço: pizza, depois dormimos juntas…como no tempo em que ela tinha pesadelos e pulava pra minha cama de madrugada, pedindo abraço… 

Minhas primaveras…

10 de outubro de 2006

Amanhã completo dezoito primaveras, como antigamente as moças faziam. Dezoito primaveras, e não sinto nada, a não ser a euforia e a ansiedade para a comemoração…

Quero alongar os braços e abraçar o mundo.

Não estou vendo novas rugas além das costumeiras rugas de felicidade, aquelas em volta dos lábios e ao redor dos olhos.

Os cabelos não embranqueceram…

Não estou ficando mais ranzinza que o normal,tenho meu mal-humor habitual, e gosto dele.

E minhas costas não doem mais agora do que doíam antes.

Estou entrando em um acordo de paz comigo. Não preciso de tanta energia jogada fora, então nesses últimos dias eu tenho me enfiado debaixo das cobertas e sufocado a garganta.

Não sei o que as mulheres desejam, é a minha resposta para a pergunta de um livro, não sei o que desejo pra mim, mas a Yarinha sabe, me mandou um poema lindo por e-mail traduzido por Vinícius de Moraes (amor eterno), ela me deseja o mundo, e tudo o que há nele.

Eu desejo talvez um pouco de paz na alma…os últimos dias têm sido difíceis, a tristeza têm usado seus dedos leves para afagar meus cabelos. Mas eu gosto de seus carinhos.

Amanhã eu completo dezoito primaveras…e o o que quero ganhar de presente é um sorriso que teime em não fechar a boca e um coraçao palpitante.

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