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18 de julho de 2007
Taça quebrada…
Caem os cacos, roseira verde, o sentir em vermelho com cuidado pra não desatar.
Vai-se a ferida, fica a carne. Vai-se o desamor, fica o maciço no peito, e as minhas mágoas não fazem verão.
Minhas mágoas não movem os pápeis. Não subtraem um pingo de desconforto deste meu dia de Frida.

